Armando a mão de Paula Thomaz

Conhecendo bem a violencia de que  Paula Thomaz era capaz,  a inveja patológica que sentia por Daniella e seu histórico em agredir e ameaçar de morte àquelas que considerava rivais, a ponto de, por causa disso  ter sido proibida de entrar no submundo da galeria Alaska, Guilherme de Pádua manipulou , para despertar nela o ciúme e a fúria.

Na ocasião do crime, os dois tinham se casado há pouco tempo, durante as gravações da novela. Paula Thomaz estava grávida de 4 meses e, com certeza, ressentia-se do fato de que o marido  escondesse o casamento do público e dos próprios colegas, não tendo comunicado nem convidado nenhum deles para a cerimônia bem íntima, realizada na casa de uma tia. Guilherme de Pádua fala dos cuidados exagerados com que protegia essa gravidez, segundo ele, por conta da propensão da família de Paula para abortos. O filho dos dois tinha sido gerado em laboratório. praticamente em seguida ao casamento! Paula Thomaz confirma o fato em depoimento ao juiz.

RELATÓRIO DA ASSISTENTE SOCIAL QUE OUVE PAULA NA PRISÃO DA POLINTER:

que chegou a fazer inseminação artificial a pedido do marido, apesar de casados há apenas 3 meses, porque ele desejava logo um filho

 

 

Ao receber o bloco de capítulos e verificar que sua personagem não aparecia em dois deles, Guilherme de Pádua acreditou que sua carreira estava em risco e não hesitou: esqueceu os “cuidados” com a gravidez e começou a atiçar a ferocidade de Paula, preparando-a para executar sua vingança.

 

No livro que escreveu (trecho publicado na imprensa), diz até que ponto chegam as desconfianças de Paula. O assunto, entre os dois, é a ausencia da personagem dele no bloco de capítulos.

 

 

 

você fala que eu não te ajudo… eu faço tudo por você, só penso na sua profissão… mas não quero você com ela. Você vai precisar transar com ela? é isso que você quer me dizer?

E assim ele manipulou Paula Thomaz, para que ela, exaltada  pelo ciúme, pela inveja, tomada pela idéia de estar protegendo a carreira do marido e, consquentemente o futuro dos dois, o acompanhasse no cometimento do crime.

Ele precisava de alguém que mais tarde fosse responsabilizado sozinho, como se verá. No entanto, acabou sendo surpreendido  por ela. Quando a gente observa o grau de perversidade e psicopatia  de Paula Peixoto, cabe a pergunta: quem manipulou quem?

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