Guilherme de Pádua: a psicopatia no Tribunal do Juri

Durante o julgamento, o advogado Arthur Lavigne sublinha a psicopatia de Guilherme de Pádua. Na sentença, o juiz ressalta as características do psicopata ao descreve-lo.

A imprensa também registrou a frieza e o cinismo com que se portou no banco dos réus, e a impressão que esse comportamento causou aos que assistiram ao Júri.


Desde o início do processo, a frieza e o cinismo de Guilherme de Pádua vinham causando espanto até entre policiais. Veja o que contaram os carcereiros que o guardaram no Fórum, durante o primeiro sumário de culpa:

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O Dia - 24 janeiro de 1997 - cinismo no Tribunal

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