Durante o julgamento, o advogado Arthur Lavigne sublinha a psicopatia de Guilherme de Pádua. Na sentença, o juiz ressalta as características do psicopata ao descreve-lo.
A imprensa também registrou a frieza e o cinismo com que se portou no banco dos réus, e a impressão que esse comportamento causou aos que assistiram ao Júri.
Desde o início do processo, a frieza e o cinismo de Guilherme de Pádua vinham causando espanto até entre policiais. Veja o que contaram os carcereiros que o guardaram no Fórum, durante o primeiro sumário de culpa:

